Crónicas do Povo do Mar – O Manuscrito Escondido

Muito antes de sermos uma nação com fronteiras definidas, aquele que é hoje o território português, foi habitado por vários povos. Portugal era a última paragem dos que vinham para a Europa por terra e também daqueles que vinham por mar, através do mediterrâneo e do mar do norte.
Por aqui passaram os Fenícios e Cartagineses que dominavam as rotas marítimas, os Visigodos e Suevos que forjaram as espadas de ferro invencíveis, os Tartessos que desapareceram envoltos em mistério, os Celtas que inspiraram o culto à natureza, os Mouros que nos deixaram as lendas de encantamento, entre tantos outros.
Fomos porto de abrigo dos que estiveram ancorados de passagem, mas também daqueles que decidiram ficar. O mar moldou a alma daqueles que viviam das rotas marítimas do comércio e fomos ponto de partida para naus e caravelas que atravessaram oceanos na Era dos Descobrimentos. E foi assim que permaneceu um legado histórico e cultural que está no nosso ADN até aos dias de hoje.
Inspirada por este legado, criei as “Crónicas do Povo do Mar”, uma série contos inspirados no misticismo deixado pelos povos que aqui passaram.
O Manuscrito Escondido
O primeiro conto, “O Manuscrito Escondido”, conta a relação de um pescador com a sua neta e de como as histórias que ele lhe contava em criança influenciaram a sua vida.
Esta é uma história que vai revelando como a paixão pelo mar passa de geração em geração e de como um povo pode esconder mistérios ainda por desvendar.
Lê o conto aqui e diz-me nos comentários o que achaste desta história.

